TUMORES CEREBRAIS

Estima-se que 1 a 1,5% da população tem epilepsia (cerca de 3 milhões de pessoas no Brasil). Entre as 60 milhões de crianças brasileiras com menos de 17 anos, 0,6% têm epilepsia ativa. O tratamento medicamentoso controla perto de 70% desses pacientes, porém 30%, apresentam epilepsia de difícil controle, apesar do uso de diversos medicamentos. Essas crianças com epilepsia de difícil controle tem uma péssima qualidade de vida, apresentando grande dificuldade escolar, redução do desenvolvimento intelectual e problemas no relacionamento social.

Pacientes com epilepsia refratária necessitam uma investigação criteriosa com exames que incluem Ressonância Magnética, vídeo-eletroencefalograma, avaliação cognitiva, entre vários outros, para uma possível indicação de cirurgia.

Os critérios de seleção dependem da gravidade do caso, da urgência e da possibilidade de o INC oferecer um tratamento efetivo para o paciente. A condição social da família dos pacientes é avaliada uma vez que este programa tem uma atividade social, sem nenhum interesse financeiro, e se destina a atender crianças carentes. A equipe do INC irá providenciar todas medidas necessárias para receber os pacientes e seus familiares. Todos os custos do tratamento são cobertos pelos médicos, pelo hospital INC, por empresas e pessoas físicas que queiram participar do programa e através de ações promovidas por grupos de pessoas e associações parceiras deste projeto.